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REVOLUÇÃO DE 1383 - 1385


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Respondendo aos apelos de grande parte dos Portugueses para manter o país independente, João, Mestre de Aviz e irmão bastardo de Fernando, declara-se rei de Portugal. O resultado foi a Crise de 1383-1385, um período de Interregno, onde o caos político e social dominou.
in: pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_I_de_Portugal

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A REVOLUÇÃO DE 1383 - 1385 SEGUNDO ANTÓNIO SÉRGIO
António Sérgio defende que o que Fernão Lopes descreve na Crónica de D. João I é a luta de classes, causada pela Peste Negra de 1348, e que por isso a crise de 1383-1385 deve ser considerada uma «revolução burguesa».
António Sérgio  Revolução de 1383 - 1385 




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A REVOLUÇÃO DE 1383 - 1385 SEGUNDO JAIME CORTESÃO
Jaime Cortesão introduziu a questão social na visão da crise de 1383-1385. Para este autor a revolução de 1383 é nacional nas suas causas, no objectivo, e no seu âmbito, mas é também uma revolução social, «urbana e popular», devido à parte que as massas dos grandes centros urbanos têm nela e porque «as classes populares adquirem de súbito um incontestável ascendente». O artigo é publicado logo a seguir ao golpe militar do 28 de Maio de 1926 e já no exílio.
Jaime Cortesão  Revolução de 1383 - 1385 




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REVOLUÇÃO DE 1383 - 1385 SEGUNDO DAMIÃO PERES
Revolução de 1383 - 1385 




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A REVOLUÇÃO DE 1383 - 1385 SEGUNDO OLIVEIRA MARTINS
Joaquim Pedro de Oliveira Martins  Revolução de 1383 - 1385 




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A REVOLUÇÃO DE 1383 - 1385 SEGUNDO ANTÓNIO JOSÉ SARAIVA
António José Saraiva  Revolução de 1383 - 1385 




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A REVOLUÇÃO DE 1383 - 1385 SEGUNDO JOSÉ MATTOSO
José Mattoso  Revolução de 1383 - 1385 




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A REVOLUÇÃO DE 1383 - 1385 SEGUNDO MARIA JOSÉ PIMENTA FERRO TAVARES
Para Maria José Pimenta Ferro Tavares a cisão política, em 1383 - 1385, deu-se verticalmente, «abarcando elementos das três condições sociais, e não na horizontalidade.» É que «as solidariedades davam-se, nesta altura, na vertical, e é assim que devemos compreender toda esta movimentação de nobres.»
Revolução de 1383 - 1385 




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A REVOLUÇÃO DE 1383 - 1385 SEGUNDO VERÍSSIMO SERRÃO
Revolução de 1383 - 1385  Veríssimo Serrão 




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A REVOLUÇÃO DE 1383 - 1385 SEGUNDO ÁLVARO CUNHAL
Para Álvaro Cunhal, «é a agudização dos múltiplos conflitos de classes e a ascensão da burguesia que conduzem a sociedade portuguesa a uma crise revolucionária em fins do século XIV». E, ao contrário do que dizem, tanto os historiadores burgueses como os «fascistas», a história da primeira dinastia é a história da agudização da luta de classes, exactamente como tinham afirmado Marx e Engels.
Álvaro Cunhal  Revolução de 1383 - 1385 




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A REVOLUÇÃO DE 1383 - 1385 SEGUNDO ANTÓNIO BORGES COELHO
António Borges Coelho defende Fernão Lopes dos seus «detractores» ... «o que a muitos dói é o conteúdo revolucionário da crónica que é a história da primeira revolução burguesa nacional.» ... como Álvaro Cunhal tinha afirmado, «o testemunho de Fernão Lopes é uma contribuição decisiva para a compreensão do carácter de classe da revolução».
António Borges Coelho  Revolução de 1383 - 1385 




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A REVOLUÇÃO DE 1383 - 1385 SEGUNDO MARCELO CAETANO
Para Marcelo Caetano as decisões das Cortes de 1385 apoiaram-se «num sentimento patriótico indiscutível e que para uma parte da população fora pretexto de um movimento de carácter social», mas também se apoiaram num problema de natureza religiosa: «os partidários de D. João I lutavam pela verdadeira Igreja contra os cismáticos» que apoiavam o anti-papa de Avinhão. É uma Revolução Nacional (nacionalista). Cont: http://www.arqnet.pt/portal/pontosdevista/mc_concelho.html
Marcelo Caetano  Revolução de 1383 - 1385 




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SHIP - SOCIEDADE HISTÓRICA DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL
As tradições da época, a Bandeira de D. Nuno Álvares Pereira e seu significado: a Fé, a pureza, a virtude e a protecção de São Jorge e Santiago
Revolução de 1383 - 1385 




Revoluções Burguesas
a burguesia irá servir-se dela para se alcandorar, com o Mestre de Avis, à direcção superior do Reino

in: pt.wikipedia.org/wiki/Cortes_de_Coimbra_de_1385

Independência

infante D. João
um dos potenciais candidatos à coroa portuguesa durante a crise de 1383-1385

in: pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_de_Portugal,_Duque...

Revoluções Portuguesas

1380

Castelo de Alcanede
À época da crise de 1383-1385, apoiou o Mestre de Avis, tendo o seu Alcaide, Álvaro Vasques, integrado as forças portuguesas que combateram em território de Castela, tendo perecido no reconhecimento, como voluntário, de um vau do rio Douro.

in: pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Alcanede

Castelo de Óbidos
tomou o partido da rainha Dna. Beatriz, tendo resistido às forças do Mestre de Avis. Óbidos e o seu castelo só foram tomados após o falecimento, em combate, de seu alcaide, João Gonçalves, na batalha de Aljubarrota (1385).

in: pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_%C3%93bidos

Castelo de Soure
Durante a crise de 1383-1385, a povoação e o seu castelo tomaram o partido pelo Mestre de Avis

in: pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Soure

D. Leonor Teles (a Aleivosa)
A rainha viúva, D. Leonor Teles, assumira a regência do reino

in: historia8ano.blogs.sapo.pt/515.html

Século XIV

Castelo de Santo Estêvão
durante a crise de 1383-1385 as forças de D. João I (1385-1433) acampam na vila de Santo Estêvão preparando-se para o assalto a Chaves, cujo alcaide tinha jurado fidelidade a Castela. Reza a tradição que o soberano aqui teria retornado com suas tropas, na noite de Natal de 1423.

in: pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Santo_Est%C3%AAv%...

Cortes de Coimbra

Dinastia de Avis
Com a subida ao trono do Mestre de Avis, D. João, produziu-se nova quebra na continuidade dinástica, já que não era filho legítimo de D. Pedro I; assim sendo, para se distinguir do predecessor (o seu meio irmão D. Fernando I), adicionou às armas nacionais a flor-de-lis verde que constituía o símbolo da Ordem de Avis

in: pt.wikipedia.org/wiki/Bandeira_de_Portugal

Batalha de Aljubarrota
entre tropas portuguesas comandadas por João I de Portugal e castelhanas lideradas por João I de Castela

Batalha de Trancoso
Elevado a rei em Coimbra, a 6 de Abril de 1385, D. João I partiu para o norte do País com o fim de submeter praças rebeldes.

in: www.cm-trancoso.pt/trancoso/batalhatrancoso.htm





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