|
AUTOS-DE-FÉ | |||
|
|
Nos casos considerados mais graves, os acusados eram entregues ao "braço secular", isto é, à autoridade civil, a qual geralmente aplicava a pena máxima da morte na fogueira, em um ato público, chamado, "auto de fé", isso em casos extremos em que o herege, voluntariamente negava-se a pedir perdão ou a retratar-se.
in: www.paginaoriente.com/catecismo/inquisicao.htm |
"AUTOS-DE-FÉ" noutras fontes: |
Fé
Tribunal do Santo Ofício
as execuções , no seio da Inquisição lusitana, ocorriam nos "autos-de-fé", cercados de teatralidade in: www.maxpages.com/cobm/A_Inquisicao_em_Portugal 1540 1540 setembro 20 Primeiro Auto-de-Fé realizado em Lisboa , na Ribeira das naus, assistido pessoalmente por D. João III, nobreza e alta hierarquia do clero e o populacho. in: www.ainquisicao.cjb.net/ Rossio Era no Rossio que se assistia habitualmente aos Autos-de-Fé in: www.ship.pt/pdf/palacio.pdf Abolição da Pena de Morte O último Regimento da Inquisição portuguesa foi o de 1774, que acabou com os "autos-de-fé" , aboliu a tortura e a pena de morte Mortes na Fogueira Pessoas condenadas à fogueira, na maioria das vezes, eram sentenciadas por membros do clero em atendimento aos interesses dos soberanos, vezes sem par, à revelia do Papa. A questão, portanto, sutilmente embaralhava questões políticas com religiosas e essa confusão ainda ecoa nos dias atuais. in: www.paginaoriente.com/catecismo/inquisicao.htm 1765 último Auto Público da Fé, realizado em Lisboa, em que saem condenados por judaísmo in: www.ainquisicao.cjb.net/
|
|
a informação disponível é meramente indicativa e deve ser confirmada nas respectivas fontes |